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Os Burros e o Mercado

     Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem
anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos
burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. O homem comprou
centenas de burros a R$10,00 e, como os aldeões diminuíram o esforço
na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro.
     Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram
escasseando e os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou
então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já
não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que
compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria
seu assistente cuidando da compra dos burros. Na ausência do homem,
seu assistente propôs aos aldeões:
      - Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los
a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem
a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada.
     Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do

Feliz Ano Novo......

......fruto do mato, cheiro de jardim, namoro no portão, domingo sem chuva, segunda sem mau humor, sábado com seu amor, filme do Carlitos, chope com amigos, viver sem inimigos, filme antigo na TV, ter uma pessoa especial e que ela goste de você, música de Tom com letra de Chico, frango caipira em pensão do interior, ouvir uma palavra amável, ter uma surpresa agradável, ver a banda passar, noite de lua cheia, rever uma velha amizade, não ter que ouvir a palavra não, nem nunca, nem jamais e adeus, rir como criança, ouvir canto de passarinho, sarar de resfriado, formar um par ideal, tomar banho de cachoeira, pegar um bronzeado legal, aprender um nova canção, esperar alguém na estação, queijo com goiabada, pôr-do-sol na roça, uma festa, um violão, uma seresta, recordar um amor antigo, ter um ombro sempre amigo, bater palmas de alegria, uma tarde amena, calçar um velho chinelo, sentar numa velha poltrona, tocar violão para alguém, ouvir a chuva no telhado, vinho branco, bolero de Ravel....

PARA FAZER NETWEAVING

Texto de Augusto Franco (Escolas de rede)

Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Todas as evidências disponíveis corroboram essa afirmativa. Ecossistemas, organismos vivos e partes de organismos são os melhores exemplos de entidades sustentáveis de que dispomos. Ora, todos esses tipos de sistemas têm o padrão de organização de rede: estruturam-se e funcionam como redes.
A partir dessa constatação – de que tudo que é sustentável tem o padrão de rede – muitas pessoas estão descobrindo que, se quiserem constelar condições mais favoráveis à sustentabilidade das organizações humanas, precisam entender as redes, procurar saber como elas se organizam, se estruturam e funcionam. E, a partir daí, querem então aprender a fazer netweaving. Bem, esta é a razão da Escola-de-Redes!

Conteúdo sindicalizado