consumo

TERRAMÉRICA - O nó górdio da crise alimentar

Por Pascal Lamy*

O consumo mundial de alimentos é conduzido por três motores: crescimento econômico, crescimento demográfico e preferências alimentares, afirma Pascal Lamy neste artigo exclusivo.

O consumidor e a sustentabilidade

O consumidor e a sustentabilidade

Por Newton Figueiredo (*)
 
"O que um consumidor comum pode fazer de forma prática para não cair na conversa de fabricantes e distribuidores que nem sempre têm a ética como balizador de suas propagandas e comunicações com os seus clientes?"

É fato, a maioria das pessoas, ainda acredita que sustentabilidade relaciona-se a apenas a questões ambientais. Um grande engano cometido também por muitas empresas que insistem em atrelar o lançamento de produtos a apenas meio ambiente e ecologia. Quando na verdade, os benefícios devem ser também econômicos e sociais. Antes de mais nada os produtos sustentáveis precisam ser desejados, isto é, precisa haver demanda. Em segundo lugar, é preciso que o produto seja competitivo em termos de preço, isto é, que seja acessível a seu público de interesse. E, não menos importante, o terceiro pré-requisito é o de que o produto precisa apresentar os atributos essenciais da sustentabilidade.

 

A propaganda sob a ótica de um novo consumidor e a sustentabilidade como atributo de valor

A propaganda sob a ótica de um novo consumidor

Por Bernadete Almeida*

Dentro do debate em torno da atuação sustentável por parte das empresas , a emergência da perspectiva do engajamento de partes interessadas como uma de suas dimensões centrais foi sobretudo potencializada pelo processo de intensificação da mobilização social, em decorrência dos processos históricos já abordados em outros capítulos, como o movimento da contracultura no final dos anos 60 e no caso do Brasil, a redemocratização nos anos 80 , para ficarmos em dois históricos divisores de águas. No entanto, é importante lembrarmos que embora a visão participativa - que permeia o modelo de gestão que tende a considerar mais amplamente os interesses dos stakeholders, compatibilizando-os com o dos acionistas - seja uma tendência em ascensão, se configurando como paradigma atual nas empresas , existem contrapontos e críticas a esta perspectiva , especialmente por parte dos que advogam um modelo de governança corporativa ainda fortemente voltado aos acionistas, entre estes, o polêmico economista Milton Friedman.
 

 

Hábitos de consumo: por que é tão difícil mudar?

Hábitos de consumo: por que é tão difícil mudar?

Por Neuza Árbocz,

A situação ambiental atual pede novas formas de realizar negócios, buscando construir um mundo em equilíbrio com o ritmo de renovação da Natureza. A grande questão para as indústrias e empresas é, contudo, como fazer frente ao crescimento, constante, do consumo. O primeiro "R" do "Reduzir, Re-utilizar e Reciclar" está sendo ignorado solenemente, segundo dados de mercado.

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