consumo
A propaganda sob a ótica de um novo consumidor e a sustentabilidade como atributo de valor
Por Bernadete Almeida*
Dentro do debate em torno da atuação sustentável por parte das empresas , a emergência da perspectiva do engajamento de partes interessadas como uma de suas dimensões centrais foi sobretudo potencializada pelo processo de intensificação da mobilização social, em decorrência dos processos históricos já abordados em outros capítulos, como o movimento da contracultura no final dos anos 60 e no caso do Brasil, a redemocratização nos anos 80 , para ficarmos em dois históricos divisores de águas. No entanto, é importante lembrarmos que embora a visão participativa - que permeia o modelo de gestão que tende a considerar mais amplamente os interesses dos stakeholders, compatibilizando-os com o dos acionistas - seja uma tendência em ascensão, se configurando como paradigma atual nas empresas , existem contrapontos e críticas a esta perspectiva , especialmente por parte dos que advogam um modelo de governança corporativa ainda fortemente voltado aos acionistas, entre estes, o polêmico economista Milton Friedman.
- Midia21's blog
- Se logue ou se registre para poder enviar comentários
- Leia mais
-
Hábitos de consumo: por que é tão difícil mudar?
Por Neuza Árbocz,
A situação ambiental atual pede novas formas de realizar negócios, buscando construir um mundo em equilíbrio com o ritmo de renovação da Natureza. A grande questão para as indústrias e empresas é, contudo, como fazer frente ao crescimento, constante, do consumo. O primeiro "R" do "Reduzir, Re-utilizar e Reciclar" está sendo ignorado solenemente, segundo dados de mercado.
A crise que deu ao planeta um tempo de descanso, já dá sinais de enfraquecimento, tendo sido, inclusive, amenizada por medidas imediatistas, como a redução de IPI justamente para carros, um dos elementos centrais da poluição atmosférica e de stress e conflito nos grandes centros urbanos. Mercado se aquecendo, as indústrias precisam encontrar uma forma de ampliar a produção, para manter preços estáveis e evitar antigos fantasmas como o da inflação.
- Midia21's blog
- Se logue ou se registre para poder enviar comentários
- Leia mais
-
Rádios de internet: Conheça a tecnologia
Os rádios de internet, equipamentos que tocam as emissoras da web, já estão se popularizando. Usados em redes sem fio, sobretudo Wi-Fi, esses rádios não precisam de computador para buscar as emissoras na internet: eles se conectam diretamente, pelo roteador.
Entre as opções interessantes há o Phoenix Wi-Fi Radio, da empresa francesa Phoenix, que pode ser usado em redes b e g; o Roku Network Music Player e Internet radio, da Roku, companhia de um inventor americano, e o InFusion, da empresa australiana Torian Wireless. A Torian, aliás, faz até componentes para outros fabricantes de hardware adicionarem a função de rádio de internet a seus equipamentos. Muitos desses rádios pedem o reforço de caixas acústicas ou integração com sistemas de home theater, mas também já há opções com as caixas acopladas. É o caso, por exemplo, do InternetRadio 1, da empresa alemã TechniSat. Assim, a mobilidade passa a ser total dentro do ambiente da rede.
- Midia21's blog
- Se logue ou se registre para poder enviar comentários
- Leia mais
-
Uma Breve História de (In)Sustentabilidade
Por Mauro Kahn e Pedro Nobrega*
O ser humano, desde o período paleolítico, caracteriza-se pelo desperdício e consumo deliberado de recursos naturais. Mesmo quando se organizava em pequenos grupos nômades, o homem jamais hesitou em esgotar os recursos de caça e coleta em uma região, poluí-la e abandoná-la em busca de um novo local para se estabelecer e explorar.
No entanto, este impulso de destruição era muito suavizado pela pequena e dispersa população mundial (demorou-se milênios até que se tenham reunido mais de 500 pessoas em uma mesma região, uma vez que não haveria alimento para todos e o conceito de “família” ainda era primitivo). A própria demanda, na realidade, era relativamente muito baixa. A qualidade de vida do homem, neste momento, não exigia que seu ambiente fosse profundamente modificado, e as espécies animais ou vegetais acabavam posteriormente recuperando seu espaço.
A situação começou a se alterar no período neolítico, com o surgimento da agricultura e, conseqüentemente, de grupos sedentários. A partir daí, a criatividade humana foi colocada em prática para superar os obstáculos da demanda, e foram desenvolvidas novas técnicas de exploração, que aos poucos foram tornando cada região uma fonte teoricamente inesgotável de espólios para seus habitantes.
- Midia21's blog
- Se logue ou se registre para poder enviar comentários
- Leia mais
-

